Para atletas profissionais
Quem vive do esporte de alto rendimento precisa de acompanhamento cardiovascular compatível com a intensidade da sua rotina.
Do futebol de alto rendimento à atividade física do dia a dia, cuidar do coração não é parar de viver. É ter segurança para continuar.
Médico
@flamengo
Experiência próxima ao futebol profissional, onde o corpo é levado ao limite e cada decisão precisa ser tomada com responsabilidade.
01 — O contexto
Você treina. Corre. Joga. Pedala. Vai à academia. Tenta dormir melhor, comer melhor e ter uma vida mais saudável. Mas existe uma parte dessa equação que muitas vezes fica em segundo plano: a saúde do seu coração.
E o problema é que nem sempre o coração avisa quando alguma coisa não está bem.
Por isso, esperar um sintoma aparecer para procurar um cardiologista pode não ser a melhor estratégia.
Prevenção não é excesso de cuidado. É cuidado no momento certo.
E o coração?
02 — A abordagem
Minha atuação une cardiologia, medicina do esporte e experiência no futebol de alto rendimento para avaliar cada pessoa de forma individual.
Porque o coração de um atleta profissional não deve ser analisado da mesma maneira que o de uma pessoa que começou a correr há três meses. E uma pessoa que não é atleta também merece uma avaliação que considere sua rotina, seus objetivos, seu histórico e seu estilo de vida.
Não existe um coração igual ao outro.
E não deveria existir uma avaliação igual para todo mundo.
03 — Para quem é
Quatro perfis diferentes, quatro formas de olhar para o mesmo órgão. A avaliação muda conforme a intensidade, o histórico e o objetivo de cada pessoa.
Quem vive do esporte de alto rendimento precisa de acompanhamento cardiovascular compatível com a intensidade da sua rotina.
Você não precisa ser profissional para levar seu esporte a sério — e cuidar do coração também faz parte da sua preparação.
Academia, corrida, ciclismo, futebol, natação ou qualquer outra modalidade: antes de aumentar a intensidade, vale entender se o seu coração está preparado para acompanhá-la.
Mesmo que você não pratique esportes, a avaliação cardiológica é uma ferramenta importante de prevenção e acompanhamento da saúde cardiovascular.
04 — Alto rendimento
No esporte de alto rendimento, cada detalhe importa. Treinamento. Recuperação. Alimentação. Sono. Fisiologia. E, claro, o coração.
É nesse contexto que a cardiologia do esporte ganha um papel fundamental: avaliar, acompanhar e ajudar a tomar decisões mais seguras sobre a prática esportiva.
Minha experiência próxima ao futebol profissional me permite enxergar a saúde cardiovascular não apenas pelo resultado de um exame, mas dentro do contexto em que aquela pessoa vive e se exercita.
Porque um exame não é o paciente.
É uma parte da história.
05 — A consulta
Não se trata apenas de fazer exames. Antes de qualquer coisa, é preciso entender quem está sentado à sua frente.
São considerados aspectos como
Seu histórico pessoal e familiar
Sua rotina e nível de atividade física
Seus objetivos com o esporte ou exercício
Seus hábitos de vida
Seus sintomas, quando presentes
Seus fatores de risco cardiovascular
Seu histórico esportivo
Os exames necessários para o seu caso
Sem excesso.
Sem negligência.
Sem receita pronta.
A partir disso, a investigação pode ser direcionada de acordo com a sua necessidade.
Agendar minha avaliação06 — O médico
Cardiologista com atuação dedicada à saúde cardiovascular e ao esporte.
Minha trajetória na cardiologia me aproximou de uma área que exige uma visão diferente sobre o coração: a cardiologia do esporte. Uma área em que saúde, prevenção e performance precisam caminhar juntas.
Atuando também no contexto do futebol profissional, acompanho de perto uma realidade em que o corpo é levado ao limite e em que decisões relacionadas à saúde precisam ser tomadas com responsabilidade, conhecimento e individualização.
Mas o cuidado não é exclusivo de quem está no alto rendimento. Meu objetivo é levar essa mesma atenção à saúde cardiovascular para atletas, praticantes de atividade física e pessoas que simplesmente querem cuidar melhor do próprio coração.
Formação e títulos
07 — A dúvida mais comum
Essa é uma das perguntas que mais merece atenção. Porque algumas alterações cardiovasculares podem permanecer silenciosas por muito tempo.
Existe uma diferença importante entre
“eu consigo treinar”
e
“eu sei que estou apto para treinar.”
A avaliação cardiológica ajuda justamente a transformar uma dúvida em informação.
É para quem quer continuar vivendo, treinando e performando por muitos anos. O objetivo da cardiologia não deve ser apenas tratar um problema depois que ele aparece. Também é:
08 — Quando procurar
Não espere necessariamente sentir algo grave. Uma avaliação pode ser especialmente importante se você:
O coração não deveria ser lembrado apenas quando dói.
Você não espera o carro quebrar para fazer toda e qualquer manutenção. Não espera perder condicionamento para começar a cuidar do corpo. E não precisa esperar um problema aparecer para começar a olhar para o coração.
Prevenção é uma forma de performance a longo prazo.
09 — Individualização
A medicina esportiva me ensinou algo importante: não existe corpo padrão.
Todos têm histórias, objetivos e riscos diferentes. Por isso, minha abordagem parte de uma pergunta simples:
“Quem é você e o que o seu coração precisa?”
Próximo passo
Não importa se você quer disputar uma final, correr sua primeira prova de 5 km ou simplesmente ter mais disposição para a vida. Seu coração faz parte de tudo isso — e cuidar dele hoje pode fazer parte da sua capacidade de continuar fazendo aquilo que você ama amanhã.
10 — Perguntas frequentes
Dúvidas comuns sobre avaliação cardiológica, cardiologia do esporte e atendimento.
Não. A cardiologia do esporte também pode atender pessoas que praticam atividade física de forma recreativa ou que desejam começar a se exercitar.
A avaliação é adaptada ao perfil, histórico, rotina e objetivos de cada pessoa.
A necessidade de avaliação depende de diversos fatores individuais. Histórico pessoal e familiar, idade, nível de atividade física, sintomas e fatores de risco são alguns dos aspectos considerados.
Por isso, a orientação deve ser individualizada.
Sim. A ausência de sintomas não significa necessariamente ausência de fatores de risco ou alterações cardiovasculares.
O acompanhamento médico também tem um papel importante na prevenção.
O acompanhamento cardiovascular pode fazer parte do cuidado multidisciplinar do atleta, especialmente considerando as demandas e intensidades do esporte de alto rendimento.
A necessidade e a frequência das avaliações dependem de cada atleta e do contexto esportivo.
Não existe uma lista única de exames para todas as pessoas. A indicação depende da avaliação médica, do histórico, dos sintomas, dos fatores de risco e dos objetivos de cada paciente.
Mais exames não significa necessariamente melhor cuidado. O exame certo é aquele que faz sentido para aquele paciente.
Essa orientação depende da sua história clínica e de eventuais sintomas ou fatores de risco. Em caso de dúvidas, o ideal é receber uma orientação médica individualizada antes de modificar a intensidade dos exercícios.
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